O Ministério da Administração Interna (MAI) lamentou hoje a morte por atropelamento do militar Jorge Monteiro, natural de Fafe, que se encontrava ao serviço do Destacamento de Trânsito de Leiria da GNR, defendendo que “nenhuma vida deve ser perdida por indiferença, negligência ou irresponsabilidade”.
“Todos os cidadãos têm o dever de respeitar e cumprir as ordens dos agentes de autoridade e evitar comportamentos que coloquem a sua vida ou integridade física em risco”, sublinha o ministério, em comunicado.
Em nome do Governo, o MAI deixou uma “palavra de solidariedade e sentidas condolências à família, aos amigos, à Guarda Nacional Republicana e, em particular, aos militares do Destacamento de Trânsito de Leiria”.
Recorde-se que o militar, Jorge Monteiro, natural de Fafe, faleceu vítima de atropelamento, no IC2, no concelho de Alcobaça, quando estava a controlar o trânsito, junto de um camião que se havia incendiado pouco antes. O condutor não parou, mas acabou por regressar ao local, tendo sido detido pelas autoridades, com uma taxa de alcoolemia superior a 1,2 gramas por litro, considerado crime punível com pena de prisão.
“Partiu em serviço, fiel ao compromisso que une todos os que vestem esta farda: proteger os outros, mesmo perante o risco. A sua memória viverá em cada militar da Guarda. Continuaremos a enfrentar os desafios da missão, com a mesma coragem e o mesmo sentido de compromisso, de honra e de serviço a Portugal. Que o seu exemplo continue a indicar-nos o caminho, guiando-nos na defesa da lei, da segurança pública e da vida”, partilhou a GNR, numa nota de pesar.
GNR de Fafe morre em serviço após ser atropelado por condutor alcoolizado em Alcobaça


