Foi ativado, este domingo, 1 de fevereiro, o Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil (PNEPC), devido à previsão de “agravamento do cenário de risco para pessoas e bens”, nos próximos dias, com chuva intensa e consequente risco de cheias e inundações.
A decisão foi tomada por unanimidade na primeira reunião extraordinária de 2026 da Comissão Nacional de Proteção Civil, presidida pela Ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral.
Segundo a autoridade, o cenário de risco resulta da elevada precipitação esperada e dos seus impactos do ponto de vista hidrológico, nomeadamente ao nível de cheias e inundações, que incidem de forma cumulativa sobre um território já afetado pelas consequências da recente depressão Kristin.
Com a ativação do Plano Nacional de Emergência de Proteção Civil “ficam preventivamente garantidos mecanismos de coordenação reforçados, integrados e de âmbito nacional”, destacando-se o “estabelecimento de um fluxo de informação ininterrupto entre todas as áreas governativas e as entidades envolvidas”, em apoio à direção do plano, assumida pela Ministra da Administração Interna.
Em comunicado, a autoridade sublinha que “os mecanismos previstos no plano serão acionados de forma gradual e flexível, em função da evolução da situação e sempre que tal se revele necessário, com o objetivo de assegurar uma resposta eficaz e articulada à situação de risco”.
Na reunião participaram os responsáveis das várias entidades que integram o Sistema Nacional de Proteção Civil, tendo os trabalhos sido centrados na análise da situação hidrometeorológica adversa e na avaliação da sua evolução previsível.

