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AUTÁRQUICAS: Ricardo Costa apresentou-se como candidato do Chega à Câmara de Fafe

Candidato garante que vai a votos “para ganhar” e espera, “no pior dos cenários”, a eleição de um vereador.

Ricardo Costa apresentou-se, esta segunda-feira, em Fafe, como candidato do partido Chega à Câmara de Fafe, nas próximas eleições autárquicas. Assumindo a sua candidatura como “a verdadeira alternativa àquilo que os fafenses têm há 40 anos”, disse pretender que esta seja “uma lufada de ar fresco para o nosso concelho”.

“Fafe parou no tempo, basta olhar para os seus atores políticos que são praticamente os mesmos há décadas. Onde não há renovação, onde não há evolução”, considerou.

Em conferência de imprensa, o candidato começou por lembrar o seu trajeto político, com passagens pelo PSD e pelos Independentes por Fafe (IPF), por quem foi candidato à Junta de Freguesia de Ribeiros em 2013, mas cujo movimento diz o ter “desiludido” e “defraudado” nas suas expectativas, com a aliança ao Partido Socialista, anotando que este ano “temos um novo cenário”, com Antero Barbosa a “seguir as pisadas” de Parcídio Summavielle.

“Sou candidato pelo Chega, porque revejo-me nas ideias do partido. Sou um democrata e um meritocrata. A cidade de Fafe e os fafenses estarão para mim sempre acima das ideologias políticas, contudo estas servem para ajudar e para perceber a forma como se lideraria um executivo camarário”, afirmou.

A esse propósito, Ricardo Costa quis ainda “deixar bem claro”: “que não me identifico com qualquer ideologia fascista, nazista ou até mesmo totalitarista e repudio todos os comportamentos neste sentido, como os atos de vandalismo que vimos recentemente no centro da nossa cidade”.

Sublinhando ter nascido e crescido em Fafe, onde vive, o candidato do Chega garantiu conhecer “muito bem a realidade do concelho, as dificuldades dos fafenses, as mágoas dos jovens, as preocupações dos empresários, trabalhadores, professores, médicos, advogados e também de alguns políticos”.

Ricardo Costa deixou críticas ao órgão câmara municipal, pela “estrutura desorganizada”, mas também pela sua gestão financeira e aumento da despesa corrente, considerando ainda que há falta de investimento nas freguesias. Assinalou a Nó de Arões como a obra mais significativa da autarquia este mandato, mas não deixou de apontar o dedo pelo facto de a mesma não ter sido assumida pelo Governo e terem sido os fafenses a pagar a obra.

Quanto às linhas que vão orientar o programa eleitoral do Chega em Fafe, defendeu ser importante “haver uma restruturação da organização da câmara, que passará necessariamente pela redução do pessoal”; ser necessário “reduzir os ajustes diretos e pugnar por mais transparência”, priorizar as infraestruturas existentes “melhorando o que Fafe tem de melhor”; e a zona norte do concelho, onde diz que as freguesias foram “abandonadas à sua sorte” e necessitarem de uma “requalificação de grande monta”.

“Estas são algumas das linhas que vão guiar a nossa candidatura, contudo, estamos abertos à opinião construtiva de todos os fafenses. Queremos dar voz e representar todos os fafenses que sintam que Fafe merece muito mais e muito melhor”, referiu, garantindo que vai a votos “para ganhar”, mas esperar “no pior dos cenários”, a eleição de um vereador.

Quanto à sua apresentação como candidato, na semana passada, em Braga, na presença do líder do partido, André Ventura, diz ter lhe dado “ânimo e coragem para enfrentar o poder instalado”, mas ser “esta [em Fafe] a apresentação que conta, por Fafe e pelos fafenses”.

Presente na conferência de imprensa esteve o presidente da distrital de Braga, Filipe Melo, que assinalou Fafe como de “extrema importância” para a distrital do partido, que ambiciona pôr “fim ao império socialista aqui no concelho”.


Por sua vez, Gilberto Nogueira, presidente da concelhia do Chega, sublinhou a unanimidade na escolha do candidato, deixando elogios a Ricardo Costa enquanto “impulsionador do Chega no concelho” e cuja candidatura assegura ser “alternativa ao poder instalado”, para “servir Fafe e os fafenses”.

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