Clara Paredes Castro anunciou, esta quinta-feira, que será candidata à liderança da concelhia do PSD, nas eleições marcadas para 28 de fevereiro.
Sob o lema “Acordar a Social Democracia”, a candidata diz mover-se “por uma vontade profunda de serviço” e pela convicção de que o projeto do partido “precisa de serenidade, visão e proximidade às pessoas”.
Em comunicado, Clara Paredes Castro avança que a sua candidatura “assenta em quatro eixos essenciais: unir o partido, formar pessoas, estar mais próximo das comunidades e preparar equipas competentes, para governar com responsabilidade“.
Uma das prioridades será a “criação de uma Academia de Formação, aberta, exigente, estruturada e abrangente, destinada a preparar novas gerações de dirigentes, promover a pedagogia cívica e fortalecer a cultura de responsabilidade pública”.
Segundo a candidata, a sua visão política integra a “importância da juventude, a centralidade da sustentabilidade, o compromisso com a responsabilidade social e uma aposta clara num humanismo que não abdica do progresso económico”. “Pretendemos ainda reforçar uma presença coerente e contínua nas freguesias, escutando os cidadãos, envolvendo as instituições locais e construindo soluções, a partir do território”, refere.
Clara Paredes Castro diz acreditar “em lideranças participativas e transformacionais”, apresentando-se por isso com “uma equipa forte, unida e capaz, preparada para exercer uma oposição consciente e construtiva, mas também para assumir, quando for o tempo, uma liderança justa, formada e competente“.
“Com serenidade, respeito e coragem, acreditamos que podemos Acordar a Social Democracia e devolver ao partido a sua vocação maior, estar junto e ao serviço daqueles que constroem o nosso concelho todos os dias”, conclui.

