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Conheça as 17 classificativas do Rally Serras de Fafe pelo olhar do navegador fafense Mário Castro

O Rally Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto vai para a estrada esta sexta-feira, com a super-especial noturna no centro da cidade de Fafe no arranque, prolongando-se até domingo, que termina com o icónico Salto da Pedra Sentada. 

Ao site do Campeonato de Portugal de Ralis, o navegador fafense Mário Castro fez uma análise das principais características das 17 provas especiais de classificação que compõem esta edição do rali, prova de abertura do Europeu e também da competição nacional:

PEC 1 – Super-especial de Fafe (1,43 km)

É uma especial curta e citadina, toda em empedrado, o que a torna bastante escorregadia, o que lhe permite proporcionar um bom espetáculo para o público.

Foto: CPR/FPAK.

PEC 2 e 6 – Boticas/Vale de Tâmega (9,64 km)

Relativamente curta, mas bastante interessante para uma abertura de rali. Maioritariamente rápida, com duas ou três zonas mais complicadas, revela-se muito interessante em termos de condução.

PEC 3 e 7 – Boticas/Sr. do Monte (15,05 km)

É, sem dúvida, a classificativa que mais diferenças de tempos pode proporcionar, não só pela sua extensão, mas, essencialmente, pelas constantes alternâncias de ritmo e de tipo de aderência. Bastante estreita na sua quase totalidade, termina com os últimos 4 km numa estrada larga e bastante rápida.

PEC 4 e 8 – Cabeceiras de Basto (10,84 km)

Quase toda em estrada bastante larga, rápida e de muita condução, tem como particularidade uma parte final mais estreita, com um piso muito irregular e que requer bastante atenção aos pilotos.

PEC 5 e 9 – Vieira do Minho (11,76 km)

É uma versão ligeiramente mais curta que a da edição de 2022. Tem bom piso e exige muita condução, destacando-se a zona de espetáculo do salto.

PEC 10 e 14 – Luílhas (8,09 km)

Apesar de curta na sua extensão, poderá tornar-se uma das classificativas preponderantes do rali. Primeira parte muito estreita e com mau piso – havendo uma grande probabilidade de furos –  sucedendo-se a segunda em estrada larga, bastante rápida, mas muito escorregadia.

PEC 11 e 15 – Seixoso (9,97 km)

Com excelente piso, é muito técnica. Não será uma classificativa difícil para as equipas, mas requer um ritmo bastante vivo para se conseguir bons tempos.

PEC 12 e 16 – Santa Quitéria (9,18 km)

Prima pelo piso em excelentes condições, sempre a descer, sendo uma das especiais mais técnicas do rali. Fruto das descidas com algum grau de inclinação elevado requer muita atenção nas travagens e nas abordagens às curvas.

PEC 13 e 17 – Lameirinha (14,9 km)

Sem desprimor das restantes classificativas, esta é, sem dúvida, o ícone do rali. Com um piso excelente, muito técnica numa parte inicial e outra bem mais rápida na última metade, é aquela classificativa em que se consegue desfrutar de princípio até ao final. Os dois grandes saltos primam pela sua espetacularidade, mas o segundo poderá ser fatal caso algo falhe na sua abordagem…

Foto: DR/Rally Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto.

Conheça os horários e classificativas do Rally Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto

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