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Hospital de Guimarães com novo equipamento de “vanguarda” no combate ao cancro da mama

Mamógrafo digital de última geração, apetrechado com os últimos avanços tecnológicos, entra em funcionamento no serviço de imagiologia no final do "Outubro Rosa".

O Hospital da Senhora da Oliveira, em Guimarães, anunciou que vai entrar em funcionamento, no final deste mês, no serviço de imagiologia do hospital, um equipamento novo de combate ao cancro da mama. 

Segundo o hospital, trata-se de um mamógrafo digital de última geração, apetrechado com os últimos avanços tecnológicos, nomeadamente, tomossíntese e mamografia com contraste, que permite o diagnóstico precoce do cancro da mama.

Em comunicado, o hospital refere que é um equipamento “há muito esperado”, que vai substituir um equipamento analógico com quase 15 anos.

“Sendo um equipamento digital, a resolução da imagem é excelente, garantindo elevada sensibilidade na deteção de pequenas anomalias mamárias, que podem anunciar cancro da mama em fase precoce. Com o módulo de tomossíntese, também designada como mamografia 3D, as lesões que facilmente passam despercebidas na mamografia 2D adquirem agora conspicuidade, sendo percetíveis e detetáveis em fases cada vez mais precoces”, explicam. 

“Por fim, a adição de um módulo de contraste irá otimizar o circuito das doentes com forte suspeita de cancro da mama, uma vez que as doentes ao fazer a mamografia com contraste, outras potenciais lesões na mesma mama ou na mama contrária poderão ser de imediato identificadas e caracterizadas. Até ao presente, o que ocorre em vários centros de mama, é a necessidade de realização de ressonância magnética para este efeito. Tal exame acarreta atrasos, custos e desconfortos para as utentes. A inclusão do módulo de mamografia com contraste permitirá ganhar tempo com o diagnóstico e estadiamento a ser feito numa só consulta, antecipando os tratamentos necessários em várias semanas“, concluem.

Até ao final do ano, o hospital avançar ter a intenção de “introduzir a biópsia mamária assistida por vácuo, considerada o estado da arte da caracterização das microcalcificações mamárias e que em certos casos específicos poderá inclusivamente substituir o tratamento cirúrgico”.

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