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‘A FORÇA DE VIVER’: Cidália Lapa apresentou livro com relato de sobrevivência à covid-19 (C/FOTOS)

O Teatro Cinema de Fafe acolheu, no sábado, o lançamento do livro “A Força de Viver”, da autoria de Cidália Lapa, professora do Agrupamento de Escolas Professor Carlos Teixeira, que apresenta o seu relato de sobrevivência à covid-19, após 24 dias em coma. 

Recorde-se que, em 2020, Cidália Lapa foi vítima de infeção por covid-19, tendo sido internada em estado crítico nos cuidados intensivos do Hospital Senhora da Oliveira, onde permaneceu durante meses, parte do tempo em coma induzido. Recuperou, mas convive ainda hoje com sequelas incapacitantes. A obra surgiu do desafio lançado pela equipa médica que a acompanhou numa dura batalha travada contra um inimigo até então desconhecido.

A apresentação do livro esteve a cargo de Artur Coimbra, em representação da Editora Labirinto, que saudou a “coragem, resiliência, superação, força de viver e sobreviver” da autora, e por nos dar um relato na primeira pessoa, numa perspetiva que faltava conhecer, para lá de todos os trabalhos académicos que sejam lançados sobre este período pandémico.

Cidália Lapa deixou agradecimentos a todos os que a ajudaram neste processo, salientando a “sorte” de ter encontrado uma “equipa médica excecional”, quer no Hospital de Guimarães, onde permaneceu em coma e nos cuidados intensivos, mas também no Centro de Reabilitação: “Entrei numa cadeira de rodas, sem saber se ia conseguir andar, nem um passo conseguia dar, mas felizmente consegui superar, com muita força e com muito trabalho de todos os elementos que me acompanharam”.

A compor o painel da apresentação do livro estiveram também Maria João Tavares, médica do Serviço de Medicina Intensiva do Hospital Senhora da Oliveira Guimarães; Joana Magalhães, médica anestesiologista; Joana Lima, do Centro de Reabilitação do Norte; e o fisiatra Rui Vaz, que a acompanha numa “batalha que ainda não terminou”.

A vereadora da Cultura da Câmara de Fafe, Paula Nogueira, fechou a sessão sublinhando 2020 como um “ano que não devemos esquecer” — pelos que partiram e pelos que sobreviveram —, saudando Cidália Lapa pela “dimensão da luta que travou”, bem como “todos os médicos, terapeutas, família, amigos, que cada um à sua maneira contribuiu para que estivesse aqui hoje”.

A apresentação contou com momentos musicais, acompanhados com a visualização de imagens dos momentos de recuperação de Cidália Lapa, representativos da sua “força de viver” face às dificuldades impostas pela covid-19.

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