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AUTÁRQUICAS/AM: “Esta é uma candidatura única em Fafe, que desafia os poderes instalados” (José Ribeiro)

 

José Ribeiro, atual presidente da Assembleia Municipal de Fafe, apresenta-se como recandidato independente ao cargo nestas eleições autárquicas. Em entrevista ao Expresso de Fafe falou das motivações desta candidatura, o que diferencia a sua lista e que papel defende para este órgão autárquico.


 

  • O que o motiva nesta recandidatura?

A defesa da minha honra, da minha dignidade e, sobretudo, o respeito pelos cerca de 12000 eleitores que há 4 anos em mim votaram e me fizeram Presidente da Assembleia Municipal, para grande honra e responsabilidade minha, em condições de um grande desrespeito do PS/Lisboa, a que agora se junta o PS/Fafe!

Sou candidato por FAFE SEMPRE para honrar e defender as expectativas dos Fafenses de há 4 anos em que afastássemos um Presidente que verdadeiramente nunca se identificou com os Fafenses e que passará para a história como alguém que fez coisas positivas mas que foi quase sempre um Presidente AUSENTE, distante, afastado das pessoas, o Presidente dos 3 NÃOS: que não atendeu, não não resolveu e não respondeu aos pedidos! E, perante a mais que provável derrota, foi aconselhado pelo PS a sair (veremos depois qual a contrapartida!), a ceder e negociar o seu lugar e atacar o meu, que lhe falta no curriculum… Por isso mesmo é que os Fafenses o vão afastar nestas eleições e penalizar o PS por tanto desrespeito e arrogância com os eleitores, que há 4 anos lhe pediu um voto e agora lho pede ao contrário, para os adversários de ontem, como se os eleitores sejam “carneiros”.
  • Como caracteriza a sua lista? O que a diferencia?

O que caracteriza a minha lista, talvez a melhor que alguma vez apresentei, é a sua diversidade, competências e pluralidade política. Nunca antes em Fafe fora apresentada uma lista de pessoas totalmente livres e independentes como  esta, preocupados com o bem comum e não com quaisquer interesses de grupo ou partido, muito menos pessoais, ou à procura de empregos, assessorias ou nomeações que só o Executivo pode dar, tanto mais que nenhum membro da Assembleia é remunerado! Estas pessoas, a minha lista presta, assim, um verdadeiro serviço público a Fafe e à democraciaÉ uma candidatura única e inédita em Fafe, que desafia os poderes instalados, os jogos e negócios de poder, os arranjinhos e que não está sujeita a qualquer disciplina de voto ou ditames de Lisboa ou PS/ Fafe!

 

  • Que papel defende para a assembleia municipal?

A A.M. é o orgão deliberativo do Município, a quem cabe decidir as grandes questões e projectos para Fafe, aprovar orçamentos e contas, aumento ou diminuição de taxas e impostos, fiscalizar toda a ação da Câmara e não só a que o Presidente da Câmara quer, como o quis o ainda Presidente, num constante, permanente e afrontoso desrespeito por todos os seus membros, não convidando, não informando e até escondendo dossiers. É este mesmo que se apresenta, ironicamente, para me substituir. É muita arrogância! Os Fafenses, estou muito confiante, vão dar-lhe um cartão, no caso um voto amarelo (a cor do boletim de voto para a Assembleia) e mostrar-lhe que Fafe é uma terra justa e de gente justa, que sabe bem distinguir e apoiar quem os respeita sempre! A futura Assembleia Municipal, comigo a presidir, abrirá o debate e discussão pública dos grandes temas e projectos para Fafe, apelará à crescente participação dos Fafenses na coisa pública, devidamente articulada e respeitando inteiramente as competências da Câmara e não em sua oposição. Mas também exerceremos a nossa função fiscalizadora decorrente da lei!

 

  • O que podem os fafenses esperar com a sua eleição?

De mim, os Fafenses sabem desde sempre e, sobretudo, desde 1998 o que podem contar: compromisso, respeito da palavra dada, frontalidade, gratidão, respeito pelas pessoas, proximidade e transparência. Os Fafenses não me conhecem por jogos de bastidores, falsidade, mentira, arranjinhos ou negociatas de poder. Nunca vendi ou venderei a minha alma ao diabo, como outros fazem na primeira oportunidade. De mim os Fafenses podem esperar, como sempre aconteceu, a defesa intransigente do interesse de Fafe e os Fafenses, do interesse geral e público e nunca de qualquer interesse pessoal ou particular, que nunca trouxe para a minha vida pública ou política e, por isso, pago o preço da perseguição política e da vingança pessoal, ironicamente, por parte daqueles que toda a minha vida ajudei, apoiei ou promovi. De mim podem esperar solidariedade, a solidariedade de que o saudoso Jorge Sampaio dizia ser um dever (de cidadania)!

A minha longa experiência autárquica, o meu conhecimento da realidade, as minhas competências e proximidade aos Fafenses certamente são uma mais valia para Fafe e uma garantia. Assumi o risco na política com esta candidatura. Fi-lo com a mesma ética de sempre, para não ter vergonha de mim próprio. Aguardo serenamente mas com confiança o juízo final dos Fafenses no próximo domingo!

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